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Existe um paradoxo nos produtos culturais, superiores frutos do trabalho humano: eles sobre - vivem ao autor, são uma vingança da vida contra a morte. Por outro lado, só podem fazer isso porque são morte: suspensão do fluxo de tempo, pompas fúnebres, pirâmides do Egito. (Paulo Leminski)

 

 

Borges

(ilust. Weston)

Rimbaud

(ilust. Mapplethorp)

Aleister Crowley

(ilust. Circe)

Machado de Assis
Henry Miller
Nietzsche
Paulo Leminski
Cruz e Souza
Cioran
Poe
Claude Royet-Journoud
Somerset Maugham

 

"Por quê tão longe dos deuses? Talvez por perguntá-lo.  

E daí? O homem é o animal que pergunta. No dia em que soubermos verdadeiramente perguntar, haverá diálogo. Por enquanto, as perguntas afastam-nos vertiginosamente das respostas. Que epifania poderemos esperar se estamos afogando na mais falsa das liberdades, a dialética judaico-cristã? Faz-nos falta um Novum Organum da verdade, é preciso abrir de par em par as janelas e lançar tudo para a rua, mas sobretudo também é preciso lançar a janela e nós com ela. É a morte, ou sair voando. É preciso fazê-lo; é preciso fazê-lo de qualquer modo. É preciso ter coragem para entrar no meio das festas e colocar sobre a cabeça da esfuziante dona da casa um belo sapo verde, presente da noite, e assistir sem horror à vingança dos lacaios."  

Júlio Cortázar In.: O Jogo da Amarelinha

 

 

Flávio Bredariol

186 (1997) A frente (1997) Brincar de existir (1997) Cronos (1996)
Homem nu (1997) Multiplicidade (1998) Prefácio da Inocência (1997) Sem opções (1997)
Teatro Vulgar (1996) Eu só preciso... (1998) Carta ao velho Senhor (1997) Quase amor (1998)

Leia mais Flávio Bredariol nos links

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© 1999/2001

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No ar desde: 05 de janeiro de 1999

Atualização: 03 de novembro de 2001

 

 

 


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nenunuke

 

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